Lança a sua primeira autobiografia a 29 de setembro, mas antes sentou-se para uma conversa sem rodeios com Oprah Winfrey. Além sua traição em relação ao primeiro marido, Mariah Carey revela finalmente a sua relação conturbada e não existente com a sua família.

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"Quando eu tinha 12 anos, a minha irmã drogou-me com Valium [calmante forte], ofereceu-me cocaína, deixou-me com queimaduras de terceiro grau e tentou vender-me a um chulo", escreve a artista no livro.

Ao longo dos anos, a irmã da cantora sempre disse que Mariah nunca ajudou a família que estava na miséria. Contudo, a artista conta que os familiares sempre a olharam como "uma máquina de levantar dinheiro com peruca", vendendo informações e pormenores da sua vida à imprensa mais sensacionalista.

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Em conversa com Oprah, adianta: "Não nos conhecemos bem... nem sequer crescemos juntas. Eles já andavam nas viagens deles quando eu nasci. Já tinham os seus traumas. É a minha opinião. Mas, volto a dizer, eu não estava lá", ressalva a artista multimilionária.

Filha de pai negro e mãe caucasiana, Mariah Carey só cresceu com a mãe. O resto da família sentiu que, por isso, a cantora teve uma vida mais fácil privilegiada, dado que, segundo os seus familiares, também nasceu com um tom de pele mais claro.

Mariah Carey refere-se aos irmãos como "ex-irmãos" e trata a mãe pelo nome próprio.

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