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Assim como outras celebridades nacionais, Eduardo Madeira decidiu recorrer às redes sociais para se manifestar sobre a forma como os portugueses e, sobretudo, as autoridades estão a lidar com o coronavírus para evitar a sua propagação.

O humorista começa por comparar a medida tomada por Donald Trump, que decidiu fechar fronteiras com a Europa, com excepção do Reino Unido, onde há já mais de 400 pessoas infetadas, com a situação vivida em Portugal, com 78 casos de COVID-19 confirmados.

O marido de Joana Machado descreve a falta de medidas preventivas do país: "As escolas continuam abertas, as fronteiras continuam abertas, as empresas e serviços estão abertos, os aeroportos continuam a chegar milhares e milhares de pessoas livremente, por comboio e carro entra e sai quem quer, cruzeiros descarregam diariamente toneladas de estrangeiros em Lisboa, Funchal e Açores", diz.

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"Hospitais e centros de saúde estão sem grande estratégia, atarantados e os transportes públicos estão cheios, porque as pessoas não podem ir a pé para o trabalho e à sua vida. Não foi ainda Oficialmente declarada uma quarentena pública. Não foi. Apenas há uns conselhos", reforça.

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Perante a situação descrita acima, Eduardo apela para que as autoridades de saúde tomem medidas - e não apenas dar conselhos - para sensibilizar os portugueses.

"Civismo público é o mínimo exigível, sim. Mas têm de ser as autoridades, quem manda, quem decide, a dizer, de forma inequívoca e com um comunicado que faça parar o país, o que temos de fazer. Caso contrário tem de ser o Rodrigo Guedes de Carvalho a fazer serviço público, conclui, recordando a mensagem que o jornalista deixou ao fechar o 'Jornal da Noite', da SIC e que se tornou viral.