João Lima

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João Francisco Lima voltou às redes sociais para falar sobre saúde mental. Desde que o pai, Pedro Lima, morreu, no verão deste ano, que o jovem se tem dedicado a este tema.

"Estava indeciso se devia partilhar algo hoje. Se o que quero escrever teria o impacto que gostaria, por ser dia de eleições. Mas a causa que defendo não tem momentos mais oportunos do que o agora. Assim, deixo-vos mais uma mensagem", introduziu na publicação que fez na sua conta de Instagram.

"É este o sentimento que cresce em mim. Quero dar um pontapé convicto nesta segunda onda de reclusão que nos atinge. A ideia de um novo confinamento deixa-me ansioso, revoltado e desmotivado. Mas há algo em mim que pesa em todas as minhas decisões. Também eu conheço a perda sem o adeus. E por isso respeito, ou tento ao máximo respeitar, o dever de confinamento", desabafou.

"Este novo período que nos espera traz de volta perigos que assombram demasiada gente. (...) 8 dias de confinamento, apresentavam niveis mais altos nas escalas de DEPRESSÃO, ANSIEDADE, e INSÓNIA. Há alguns grupos que se destacam particularmente pelos resultados negativos: os jovens, as mulheres, os desempregados, os estudantes e as pessoas que já são acompanhadas por psiquiatras", acrescentou.

"O que tenho para dizer é simples. Tenham cuidado, estejam atentos, a vocês e aos que estão à vossa volta, e não tenham vergonha ou medo. Porque a COVID mata, mas a falta de saúde mental também", rematou.

Nos comentários choveram mensagens de agradecimento e concordância.

Reprodução Instagram, DR