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Meghan Markle, que não possui redes sociais no momento, ainda não se pronunciou sobre a morte de George Floyd, mas um vídeo que remete para o ano de 2012, onde a mulher do príncipe Harry fala abertamente sobre a sua experiência com o racismo, começou novamente a circular nas redes sociais.

Enquanto os protestos da 'Black Lives Matter' continuam, são várias as contas que decidiram partilha o vídeo de uma campanha onde Meghan surge a usar uma t-shirt com a frase "Não defenderei o racismo".

"O meu nome é Meghan Markle e estou aqui porque acho que é muito importante fazer parte desta campanha. Para mim, acho que atinge uma nota realmente pessoal. Sou bi-racial, a maioria das pessoas não sabe dizer qual é a minha mistura e grande parte da minha vida parece uma mosca na parede. Alguns dos insultos que ouvi são piadas muito ofensivas e atingiram-me de uma maneira muito forte. Há alguns anos ouvi alguém chamar a minha mãe com a palavra N", relembrou.

"Honestamente, a sua raça é parte do que o define. Acho que o que muda as coisas é que o mundo o trata com base na sua aparência. Certas pessoas não me olham e me veem como uma mulher negra ou uma mulher bi-racial", explicou.

A duquesa de Sussex disse ainda que tinha esperança que, quando se tonasse mãe, o mundo estaria mais receptivo. "Tenho muito orgulho da minha herança de ambos os lados, tenho muito orgulho de onde vim e para onde estou a ir. Mas sim, espero que, quando tiver filhos, as pessoas tenham uma mente ainda mais aberta para saber como as coisas estão a mudar e que ter um mundo misto é o que importa. Quero dizer, certamente, torna muito mais bonito e muito mais interessante", rematou. Recorde-se que no ano passado Meghan deu à luz um menino, o pequeno Archie.

Em 2015, a ex-atriz também falou sobre o assunto e chegou a contar, num artigo para a revista Elle, um episódio que se passou no Natal, mais propriamente uma prenda especial que recebeu. “Este núcleo familiar perfeito foi vendido em conjuntos de bonecos brancos e bonecos pretos. Não me lembro de ter optado por um em vez do outro, eu só queria um. Na manhã de Natal encontrei o presente - a mãe preta, o pai branco e as crianças de cada cor. O meu pai separou os conjuntos e customizou a família", disse.

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