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É já este sábado, 11de abril, a seguir ao Jornal da Noite, que estreia na antena na SIC o programa Estamos Aqui. O formato, conduzido por Alexandra Lencastre, marca o regresso, 18 anos de depois, da atriz e apresentadora à antena do canal de Paço de Arcos.

"Estou a reaprender a estar numa estação onde já estive. Sinto, honestamente, que está tudo diferente, mas está tudo igual. É acolhedor e, como até já vi algumas caras conhecidas, fiquei comovida porque estou a voltar a um sítio que deixei, que também é a minha casa", disse numa entrevista ao site do Fama Show.

O convite de Daniel Oliveira foi um presente em dose dupla. A atriz regressa à ficção e à apresentação num programa na antena da SIC Mulher. Mas para já é com Estamos Aqui que a atriz, com 35 anos de carreira, regressa primeiramente à SIC.

A nova aposta da SIC pretende dar voz a todos os heróis anónimos que fazem a diferença em tempo de pandemia da Covid-19.

"Se nos centros hospitalares se vive a azáfama de salvar vidas, por outro lado, em nossas casas, estamos isolados e muitas vezes impedidos de ver filhos, pais e netos, tocar nos nossos; estamos privados de um simples beijo ou abraço e custa, mesmo sabendo que é para nossa segurança e que hoje, este afastamento é uma prova de amor. Em vários momentos Portugal já deu provas do seu espírito solidário e face a esta ameaça real[...] Há quem aprenda a fazer máscaras ou esteja a desenvolver viseiras de forma inovadora. Há pessoas que vão ao supermercado por aqueles que, pela idade ou condição física, estão mais vulneráveis à exposição. Existe quem se dedique a fazer companhia do outro lado da rua a quem tem como única companhia a janela com as ruas desertas", pode ler-se no comunicado da estação de Paço Arcos enviado às redações.

Alexandra Lencastre estreou-se no teatro profissional em 1985 e recebeu o prémio de atriz revelação no ano seguinte, mas foi em 1990 que se tornou conhecida do grande público quando se transferiu para a televisão com a Rua Sésamo (1990) e na apresentação de programas como Na Cama Com… (1993), Perdoa-me (1994) ou Frou-Frou (1995).

A aclamação da sua carreira enquanto atriz na TV consolidou-se com inúmeros prémios e elogios do público com Fúria de Viver (2002) e Ana e os Sete (2003),que lhe valeram dois Globos de Ouro (2003) e (2004) de Melhor Atriz de Televisão. Mas foi com as novelas Ninguém Como Tu (2005), Tempo de Viver (2006), Fascínios (2007), Equador (2008) e Meu Amor (2009) que deixou uma marca como uma das melhores atrizes portuguesas. Este último projeto tornou-se na primeira novela portuguesa a receber o Prémio Emmy Internacional na categoria de melhor telenovela, além de ter sido a primeira novela portuguesa a ser nomeada para o prémio

Com O Delfim (2002) venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Cinema e protagonizou A Mulher que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003) de João Botelho.