Rainha Isabel II

Rainha Isabel II

Getty images, Pool/Max Mumby

Os apoiantes da monarquia britânica mostram-se algo preocupados com a rainha Isabel II, não só pela sua idade já avançada, 93 anos, mas pela sua saúde cada vez mais debilitada. São cada vez mais frequentes as vezes em que vemos a soberana com grandes hematomas nas mãos – algo habitual devido à idade, mas ainda assim preocupante – e há quem comece a questionar a sua sanidade mental.

A verdade é que Isabel II de Inglaterra é acompanhada regulamente por uma equipa de médicos que está atenta a todos os sinais e, caso se verifique algum problema, é evidente que abdicar a favor do filho mais velho, o príncipe Carlos, será uma opção. “Se no futuro, hipoteticamente, alguém que governa desenvolver uma situação de demência, por exemplo, outros poderão intervir, tornando-se regentes e responsabilidades. É difícil as pessoas estarem aptas em algumas áreas da vida e irem perdendo capacidades noutras”, explica a especialista em realeza Lydia Starbuck.

Mas há também quem não acredite que, neste caso concreto, Carlos de Inglaterra assuma o trono tão cedo. “No passado, quando a demência não era muito conhecida, sabíamos que havia casos desses em monarquias por todo o mundo. Quando algum rei sofre de demência, esclerose lateral amiotrófica ou uma doença deste género, os media sabem… Acho que não têm outra opção se não ter um regente”, começa por dizer Brittani Barger ao Daily Mail. “Se alguma coisa acontecer, é mais provável que ela faça do príncipe Carlos regente do que abdique completamente. Acho muito improvável que ela abdique completamente”, conclui.

Há muito que o herdeiro do trono e a mulher, Camilla, começaram a assumir parte da agenda oficial da rainha Isabel II, de forma a tornar a sua carga laboral mais leve, atendendo à sua provecta idade. Também os netos William e Harry e as respetivas mulheres, Kate e Meghan, já representam a soberana em muitas ocasiões e tudo indica que isto foi uma forma encontrada por Isabel II para, daqui a dois anos, abdicar tranquilamente do trono a favor do filho, com a certeza de que este está preparado para as exigências do cargo.