Georgina Rodríguez

Georgina Rodríguez

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Numa entrevista intimista que deu à revista HOLA! na casa de Cristiano Ronaldo em Lisboa, Georgina Rodríguez falou da relação que tinha com o pai, Jorge Eduardo Rodríguez Gorjón, que morreu no passado dia 31 de janeiro, aos 70 anos, na Argentina. O antigo treinador de futebol sofreu, há mais de dois anos e meio, um AVC que o deixou acamado e dependente para as tarefas mais básicas, como explicou a jovem espanhola à publicação.

Assumindo-se “destroçada” com esta perda, Georgina Rodríguez garante que fez tudo o que estava ao seu alcance para proporcionar ao pai as melhores condições possíveis e que, para isso, contou com o apoio da irmã, Ivana, e de alguns familiares que se encontram em Buenos Aires.

Ainda assim, e apesar de afirmar estar presente sempre que podia, Gio reconhece que o pai nunca conheceu Cristiano Ronaldo e explica o porquê: [O meu pai] não chegou a conhecer o Cristiano pessoalmente. O meu pai era muito reservado e nem queria ser visto no estado em que se encontrava. Tivemos azar, ele ficou doente mais ou menos quando conheci o meu companheiro. Cheguei a contar-lhe, quando ele ainda estava bem, que éramos amigos e ele aconselhava-me sempre a ser uma rapariga séria, tal como sou hoje, e dizia que as coisas correriam bem. E ao mesmo tempo que eu ia conhecendo o Cristiano, o meu pai adoeceu, mas ficou feliz por saber que estávamos a aproximar-nos. Ele admirava-o como jogador. Como bom argentino, o meu pai adorava futebol”.

Juntando essa falta de contacto aos compromissos com a Juventus que o retiveram em Itália quando Georgina viajou para a Argentina para as cerimónias fúnebres, foi para a jovem natural que assim fosse. “O meu companheiro está sempre comigo. Tenho o seu apoio todos os dias. Está a cuidar muito de mim nestes momentos de tristeza e eu trato de ser forte pelos meus filhos e por ele. São a alegria da minha vida”, explicou.

Mas não foi só Cristiano Ronaldo que Jorge Gorjón não conheceu. O antigo treinador de futebol não teve a oportunidade de privar com a neta, Alana Martina, de 14 meses. “Não chegou a vê-la pessoalmente. Ele não podia viajar e os bebés são muito pequenos para tanta viagem em tão pouco tempo. Além disso, são muitas horas de avião e ele estava muito debilitado. E também houve a mudança para Itália… Foi muita coisa para os bebés. Mas sempre lhe mostrámos fotos e vídeos”, justifica Georgina Rodríguez.

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