Maria Leal

Maria Leal

Foi para o ar, esta quarta-feira, 24 de outubro, a segunda parte da entrevista a Maria Leal, face às acusações de extorsão pelo ainda marido, Francisco D'Eça Leal, no programa Vidas Suspensas, da SIC.

Negando todas as acusações de Francisco D'Eça Leal, a artista assegurou que não se aproximou do jovem por dinheiro, defendo que quando foi viver com ele ainda não havia herança. Por seu turno, o jornalista Guilherme Lima confrontou Maria de que a herança, de cerca de 546 mil euros, havia sido depositada na conta de Francisco a 29 de novembro de 2011, e o casal conheceu-se em 2013.

Maria Leal fez questão de realçar, em mais do que uma ocasião, que o “dinheiro era dos dois” e que houve uma "má gestão da conta por ambos". Além disso, a artista assegurou que Francisco, a quem lhe foi diagnosticada esquizofrenia, não tinha qualquer problema psicológico na altura. "Fomos nós os dois porque o Francisco não é coitadinho nenhum. O Francisco estava nas suas condições perfeitas de fazer o que fez. Tanto é que se casou. Se não estivesse nas condições perfeitas, não se casaria. Se o Francisco estivesse no seu estado normal, a mãe dele já o tinha interditado, coisa que nunca fez. O Francisco sempre esteve nas suas condições perfeitas de fazer o que quis e o que lhe apeteceu”, afirmou convictamente.

Além disso, Maria referiu que Francisco “investiu muito dinheiro na música” e que este “sempre gostou de ter tudo”. A artista acrescentou, ainda, que o alertou várias vezes para os gastos exagerados. “Eu na altura, disse muitas vezes: ‘Francisco, cuidado com os gastos, estamos a gastar muito. Francisco, cuidado’ ”,contou.

Por seu turno, a versão de Francisco é bem diferente. De acordo com o jovem, foi Maria quem se desfez de uma herança avaliada em mais de um milhão de euros em dinheiro e bens, vendendo o património ao desbarato. De acordo com Francisco , a artista abriu duas lojas, uma Elvas e outra na Parede, com o dinheiro da herança. Algo que Maria Leal contradiz, afirmando que as lojas “eram de ambos”. Posto isto, os jornalistas Guilherme Lima e Sofia Pinto Coelho confrontaram Maria de que nos extratos da conta Francisco D’Eça Leal só estavam registadas saídas de dinheiro de despesas com as lojas, sem qualquer registo de entradas de dinheiro, relativas a lucros. Guilherme Lima foi mais longe e afirmou: “Quando a conta do Francisco acaba, também acabam as lojas”. Ao que Maria Leal simplesmente respondeu: “O senhor ouviu uma verdade e acredita naquela verdade”.

Já no final da entrevista, quando confrontada com a recusa de assinar o divórcio, processo que três anos após a separação ainda não está concluído, a cantora assegurou, uma vez mais, que as afirmações não são verdadeiras e que foi a própria quem quis inicialmente assinar os papéis.

Maria diz ter ficado “sem nada” aquando da separação, mas após ter sido acusada de vários crimes em praça pública diz ter mudado de ideias. “Na altura queria o divórcio e nem sequer queria os 54 mil euros [que restaram na conta de Francisco], nesta altura quero metade daquilo que era nosso”, rematou.

Veja no vídeo abaixo a segunda parte da entrevista a Maria Leal.

Veja ou reveja aqui também a primeira parte da entrevista.