1 / 24

Express Newspapers

2 / 24

Tad Hershorn

3 / 24

Bettmann

4 / 24

Raymond Boyd

5 / 24

Paul Natkin

6 / 24

Michael Ochs Archives

7 / 24

Michael Ochs Archives

8 / 24

Michael Ochs Archives

9 / 24

Michael Ochs Archives

10 / 24

Michael Ochs Archives

11 / 24

Michael Ochs Archives

12 / 24

Michael Ochs Archives

13 / 24

Val Wilmer

14 / 24

Robert Abbott Sengstacke

15 / 24

Robert Abbott Sengstacke

16 / 24

Michael Ochs Archives

17 / 24

Michael Ochs Archives

18 / 24

David Redfern

19 / 24

David Redfern

20 / 24

Taylor Hill

21 / 24

Maury Phillips

22 / 24

Steve Mack

23 / 24

Jesse Grant

24 / 24

Theo Wargo

O mundo da música ficou mais pobre. Aretha Franklin, de 76 anos, morreu hoje, dia 16 de agosto. A notícia surge dias depois de ter sido anunciado que a artista norte-americana se encontrava “gravemente doente”, na sua casa em Detroit, e acompanhada pela família, que pedia a todos que rezassem por ela.

“Aretha [Franklin] está rodeada pela família e outras pessoas próximas. Vamos sentir a falta dela como mãe, irmã, amiga e prima. Mas o seu legado é mais do que a vida. Não é só por aquela edição da Rolling Stone a ter chamado de ‘intérprete número 1 de todos os tempos’ ou por ela ser a ‘Rainha da Soul’”, escreveu o jornalista Roger Friedman no início desta semana, para anunciar ao mundo que se tinham iniciado as despedidas à icónica cantora, uma vez que “o prognóstico [era] reservado” e “poderia morrer a qualquer momento”.

A saúde de Aretha Franklin tinha vindo a degradar-se nos últimos anos. Em 2010 foi diagnosticada com cancro e, ainda assim, continuou a dar espetáculos. A sua última atuação remonta a novembro do ano passado, num evento privado da Elton John AIDS Foundation, e a sua perda de peso acentuada deixou os fãs chocados. A artista já tinha anunciado a sua retirada dos palcos meses antes, em fevereiro do mesmo ano, e não é vista em público desde agosto de 2017.

Ao longo da sua carreira, Aretha Franklin venceu 17 Grammy Awards, os mais prestigiados prémios da música, e um Golden Globe Award. Em 1987 tornou-se também na primeira mulher a entrar no Rock and Roll of Fame, o panteão americano do rock.

Em 2005, George W. Bush, então presidente dos EUA, distinguiu-a com a Medalha da Liberdade, o mais alto galardão civil no país. Quatro anos depois cantou na cerimónia de tomada de posse de Barack Obama, o primeiro presidente afro-americano na história dos Estados Unidos. Também em 1993, quando Bill Clinton assumiu a liderança da Casa Branca, esteve presente.

Day Dreaming, Jump To It, A Rose Is Still A Rose e Freeway Of Love são alguns dos seus maiores êxitos.