Angélica Jordão

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Foi na última sexta-feira, 7 de maio, que Angélica Jordão fez uma dura partilha nas redes sociais. A irmã de Mel Jordão revelou que tinha perdido a filha, Lua, às 23 semanas de gestação.

Entretanto, no dia 12, numa entrevista concedida a Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz, a jovem recordou a dor e o desespero vividos no momento em que recebeu a tão dura notícia.

Angélica Jordão vivia uma primeira gravidez tranquila, quando no passado dia 3 de maio começou a sentir “menos” a bebé, entendendo, desta forma, que algo que não estaria bem.

"Eu disse 'não, não é normal ela ficar mais de um dia sem se mexer' e no dia 5 de maio fui ao médico (…) eles disseram-me que o batimento era baixo (…) e fui de emergência para o Hospital de Faro (…) eu cheguei lá e recebi a pior notícia da minha vida”, começou por contar.

"Comecei aos gritos, a arranhar-me, sem me dizerem nada ainda, depois viraram o ecrã [do ecógrafo] para mim e disseram: 'Como pode ver ela já não tem qualquer tipo de batimento.' E eu aí gritava pela minha mãe, comecei a dar socos na parede, a arranhar-me, caí no chão, chamaram a psicóloga (…) Só queria aliviar a frustração que estava a sentir”, lembrou.

Como se encontrava na 23.ª semana de gravidez, Angélica teve de fazer o parto, apesar da bebé se encontrar sem vida. "Tive-a nos meus braços, beijei-a, abracei-a. Ela era linda, era perfeita", recordou, sem conseguir conter as lágrimas.

Reprodução Instagram, DR

Em seguida, a jovem explicou que o real motivo que a levou a conceder uma entrevista em televisão foi o facto de, alegadamente, o Hospital de Faro se recusar e entregar o corpo da bebé. "Os médicos não me quiseram dar a minha filha para eu fazer o enterro”, contou, explicando que lhe foi dito que tal só acontece a partir da 24.ª semana de gestação.

Entretanto, Angélica Jordão recebeu a notícia de que lhe seria entregue o corpo da bebé, após a realização da autópsia. A irmã de Mel Jordão optou depois por cremar os restos mortais da filha e este sábado, 29 de maio, esses foram-lhe roubados durante um assalto ao carro onde seguia em direção a Fátima.

Num apelo completamente desesperado e sem conseguir conter as lágrimas, Angélica Jordão implora: “Só quero que me devolvam as cinzas da minha filha”. A jovem algarvia diz oferecer recompensa e explica, nos Stories do Instagram, como tudo aconteceu. Ora veja:

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