MANDEL NGAN

O mundo assistiu a Donald Trump despedir-se dos seus caóticos quatro anos, que considera terem sido "incríveis", na Casa Branca e prometeu um adeus curto.

O político de 74 anos voo então para a sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, um paraíso de 118 quartos com uma equipa privada que se refere a Trump como "Rei", de acordo com o Mirror.

Trump enfrente agora processos judiciais sobre assuntos fiscais relacionados com a sua empresa, negociações comerciais e de mulheres que o acusaram de abuso sexual.

No entanto, com esperanças de regressar à Casa Branca em 2024, além de jogar golfe, Trump insinuou que poderia vir a lançar a sua própria rede de televisão e até um blogue depois de ter sido banido do Twitter.

Nos últimos dias da sua liderança, as coisas que preocupavam Trump não eram as coisas que preocupavam outros americanos. Ele não estava preocupado com a rebelião mortal que tinha encorajado ou com o seu segundo impeachment", disse uma fonte ao jornal britânico.

"Ele também não estava preocupado com a pandemia que matou 400 mil americanos, deixou milhões sem trabalho, abalou a economia e ainda está a crescer desenfreadamente. Não, nos últimos dias da sua presidência ele foi consumido por quem ele sentiu que tinha sido injustiçado e como se podia vingar”, rematou.