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O Natal está aí e esta é uma das épocas do ano preferidas de Liliana Campos. Este ano, devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus, a apresentadora vai viver a quadra festiva de maneira diferente, mas com o espírito de união de sempre.

“Vai mudar tudo praticamente porque nós vamos cumprir, não aquilo que ficou estipulado, mas aquilo que já tínhamos decidido antes destas regras”, começou por contar Liliana Campos, em declarações ao site do Fama Show.

Mais vale ficarmos separados no Natal para podermos estar todos juntos nos próximos, portanto, vamo-nos resumir a quem vive connosco e depois, quando as coisas melhorarem, estar com aqueles que amamos, as pessoas mais velhas, que são essas que nós temos que proteger”, frisou.

"Para nós o Natal é celebrar o nascimento do menino Jesus. É uma festa da família e isso é muito importante.[...] Vai haver Natal, mas será completamente diferente de todos os outros anos porque temos que nos proteger,", completou ainda.

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Em anos anteriores, o Natal da apresentadora do programa Passadeira Vermelha é de “muita confusão, com muita gente junta”.

“É uma festa de três dias, nunca é só um dia. Vem a família do Norte, vem a família do Sul. São muitos jogos entre nós, entre primos[...] A mesa posta o tempo todo. É um Natal de bagunça, é um Natal que parece muito desorganizado, mas que depois acaba sempre por correr bem. As refeições nunca são às horas que devem ser. Abrir os presentes, esquece. É sempre muito depois da meia-noite. Depois demora imenso tempo porque cada um tem que ver o que o outro recebeu e dar opinião. Não é para a toda a gente. Não é toda a gente que se adapta a um Natal destes que é mesmo de muita confusão. Depois vêm as crianças que fazem o teatro e que cantam músicas, mas se for preciso cantam 30 vezes porque têm ali espectadores. Então não se calam e querem fazer outra vez e outra vez. E, no dia seguinte, continuam a querer fazer aquilo que andaram a ensaiar, portanto é uma mesmo uma festa de muita partilha, de muito amor e de muita confusão, recordou.

Já quanto à mesa de Natal não podem faltar os doces típicos da quadra. “Na nossa mesa de Natal há tudo porque fomos habituados a isso. Todos os doces de Natal [...] Tudo o que são sonhos, azevias, mais todos aqueles fritos e o Bolo Rei, está lá tudo. É uma mesa farta”, referiu, acrescentado: “Não se deita nada fora porque depois há o dia da ‘roupa velha’, em que tudo é aproveitado”, referiu.

Por fim, no respeito à decoração natalícia, é Liliana Campos quem trata de tudo e não é, por isso, à toa que tenha construído uma impressionante aldeia de Natal em sua casa.

“A decoração fica a meu cargo, nem eu deixava que fosse outra pessoa. Nem eles queriam, na verdade (risos). As luzes de Natal para mim são muito fascinantes. Eu tenho uma aldeia de Natal. Faço a árvore de Natal e depois tenho a minha aldeia de Natal, que dá muito trabalho a montar e mais trabalho ainda a desmontar contou, confidenciando ainda que a cada ano que passa a sua aldeia de Natal fica maior.

"A aldeia vai crescendo e portanto tenho que ser eu [...] Cada ano fica maior porque vou recebendo presentes no Natal para a dita aldeia crescer e depois penso assim: ‘Eu este ano não vou fazer’, mas não consigo não fazer. Está cá o bichinho, portanto isto fica tudo a meu cargo e mesmo os centros de mesa, que era a minha mãe que fazia e passei a ser eu. Não tenho o jeito que ela tinha, mas é da minha responsabilidade e eu gosto”, completou.