A rainha Isabel II de Inglaterra, Meghan Markle, os príncipes Harry e William e Kate Middleton

A rainha Isabel II de Inglaterra, Meghan Markle, os príncipes Harry e William e Kate Middleton

Getty Images

A imagem pública que temos de Catherine Middleton é a de uma mulher calma, tranquila e por vezes até submissa no que toca às regras impostas pela realeza britânica. Contudo, a duquesa de Cambridge poderá não ser tão dócil quanto parece e foi precisamente isso que um artigo recente da revista Tatler quis mostrar.

Entre muitas outras coisas, na matéria intitulada Catarina, A Grande, é dito que a mulher do príncipe William não aceitou a cunhada Meghan Markle, nem o facto desta ter entrado para a família real sem qualquer esforço, enquanto ela lutou durante anos para se afirmar e ser aceite pela rainha Isabel II. Os críticos dizem até que o seu casamento foi pensado quando era ainda muito nova e os seus pais condicionaram toda a sua educação e até deram os passos necessários para que frequentasse as mesmas escolas que William. E terá sido mesmo esse know how que lhe valeu o seu lugar no seio da Casa Real britânica.

picture alliance

Kate não gostou de se ver retratada dessa forma, exigiu que a publicação retirasse o artigo em causa do seu site e pretende agora repor a verdade. De acordo com a revista In Touch, a ideia da duquesa de Cambridge é dar uma entrevista na qual fará revelações bombásticas acerca de Meghan Markle e do príncipe Harry e da sua saída do núcleo sénio da família real inglesa.

"A Kate quer que a entrevista saia em setembro E vai revelar a sua versão dos factos e contar como Harry e Meghan dividiram a família", começa por explicar fonte próxima da mulher do príncipe William. “Nessa altura, ela aproveitará também para explicar como o William e ela conseguiram ultrapassar os tempos difíceis e como estes obstáculos fortaleceram o seu casamento”, adianta ainda, esclarecendo: “A Kate é educada e não quer fazer escândalos, mas sente necessidade de defender o seu bom nome depois deste ataque injusto”.

Recorde-se que quando o artigo em causa foi publicado, o Palácio de Kensington emitiu um comunicado a informar que essas informações “são falsas” e “completamente distorcidas”.