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Ana Marques e José Figueiras
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No dia em que se assinala o Dia de Portugal e das comunidades portuguesas, o programa Alô Portugal brindou os telespectadores com um cenário renovado e ainda com uma emissão especial que juntou Ana Marques e José Figueiras. Esta foi a primeira vez que os dois apresentadores dividiram o pequeno ecrã, após três meses a trabalharem em semanas alternadas, devido à pandemia do novo coronavírus.

“É sempre bom retomar a nossa atividade de uma forma aparentemente normal”, assumiu José Figueiras em declarações ao site Fama Show.

Quanto ao novo cenário do programa da SIC e SIC Internacional, foram tidas em conta as referências do nosso país para que quem está fora se possa sentir mais próximo da sua terra-natal. “ Temos um público que precisa das referências portuguesas porque está lá fora e o cenário tem isso em conta. Tem uma série de símbolos estilizados da nossa cultura, das nossas tradições, de uma forma muito modernizada”, contou Ana Marques.

O novo cenário
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Ao longo dos últimos três meses , desde a altura em que foi decretado o estado de emergência em Portugal, o programa tem servido também como plataforma de aconselhamento aos telespectadores face à atual crise pandémica que se vive.

“Ganhámos um novo público uma vez que este confinamento manteve muita gente em casa. O Alô Portugal serviu de plataforma direta aos telespectadores para esclarecer algumas dúvidas sobre esta pandemia. A reação do público foi muito positiva, muito participativa e foi uma forma do programa também se adaptar à nova realidade vivida no momento”, frisou José Figueiras.

Tivemos a ajuda extraordinária do dr. Ricardo Mexia e do dr. Guilherme Duarte que se mostraram sempre disponíveis para responder às perguntas de toda a gente e o caso de algumas perguntas, que eram autênticas consultas. Essas mesmas perguntas, das pessoas que telefonavam para nós, também serviam as dúvidas de muita gente que estava a ver, seja de uma população mais velha, que é mais preocupada, até gente mais nova”, acrescentou Ana Marques, destacando ainda a divulgação do trabalho de várias artistas da indústria músical, um dos setores mais afetados pela pandemia.

“Gradualmente, também porque a pandemia foi sendo controlada, fomos tentando introduzir os conteúdos que eram habituais no Alô, sobretudo, dar voz a muitos cantores populares, que as pessoas estão habituadas a ver no programa e que precisam urgentemente de ter algum palco para se mostrarem. Para Mostrar músicas que ficaram por lançar…falar dos seus concertos -aqueles que foram cancelados e aqueles que se podem voltar a fazer…Não foram só os artistas em si que pararam. Uma equipa inteira teve que parar e demos voz também a essas pessoas”, referiu.

Ana Marques
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José Figueiras
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Porém, nos últimos tempos, nem sempre foi fácil conjugar a vida profissional com a vida familiar. De repente, foi necessária toda uma adaptação a uma nova e desconhecida realidade.

“Foi um misto de emoções. Houve momentos de solidão sem a família presente. Filhos a viver fora do país e mãe distante. Não foi fácil. Mas habituámo-nos a uma nova realidade através das tecnologias, matávamos as saudades à distância”, desabafou José Figueiras.

Por seu turno, Ana Marques teve que conjugar a sua vida familiar não só com a condução do Alô Portugal, mas também com a sua participação como comentadora no programa Passadeira Vermelha, exibido de segunda a quinta ao final da noite, na SIC e na SIC CARAS.

“Reajustamo-nos todos a uma rotina de casa, sem apoio nenhum. Eu não podia deixar as minhas filhas com os meus pais, o meu marido esteve durante parte do tempo em teletrabalho, mas na restante outra parte teve que ir ao seu local de trabalho. As miúdas a precisar de atenções redobradas em relação à escola e depois desenvolver toda uma atividade doméstica de refeições, de limpezas, o que pode gerar conflito e que ocupa o dia inteiro. Ao princípio foi um bocadinho duro, mas foi duro para toda a gente.”, explicou.

Entretanto à exceção da emissão especial desta quarta-feira, 10 de junho, José Figueiras e Ana Marques vão continuar a apresentar o programa em semanas alternada, pelo menos até ao final deste mês. Tudo por uma questão de proteção e segurança face ao surto do novo coronavírus.

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