José Carlos Malato com a mãe

José Carlos Malato com a mãe

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Há pouco mais de um ano, José Carlos Malato resolveu tornar pública a sua revolta pelo afastamento da sua mãe, motivado por questões religiosas. “Perdi o meu pai há 5 meses, em circunstâncias trágicas. Como se não bastasse, temo ter perdido também a minha mãe, neste tempo que passou. Sou desassociado há mais de 30 anos das Testemunhas de Jeová e, por essa razão, a minha mãe foi proibida/proibiu-se (?) de privar comigo e com a minha irmã, vir a nossa casa, tirar fotografias, andar connosco na rua. Porque somos desassociados desta organização fundamentalista e radical e, eu, porque sou gay. Na qualidade de órfão de pai e mãe, estou disponível para adoção! Quem precisar do carinho de um filho amoroso, exemplar, com as minhas características. candidate-se! Como diz Tom Veloso ‘todo o homem, precisa de uma mãe!’”, escreveu o apresentador na altura nas redes sociais.

José Carlos Malato com o pai, António Malato

José Carlos Malato com o pai, António Malato

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Mas agora José Carlos Malato está mais tranquilo porque as desavenças fazem parte do passado, como contou à revista Vidas. “Ter normalizado as relações com a minha mãe foi fundamental para a minha higiene mental e também para a questão dos afetos”, contou o profissional da RTP. Ainda assim, o Natal continua a ser uma época que não aprecia – no ano passado disse mesmo nas redes sociais que odiava esta quadra e que dispensava todas mensagens típicas destes dias – e, como tal, considera que “é um dia normal”. Esta repulsa por este dia está relacionada com a religião da mãe e também com o facto de ter perdido o pai há um ano e meio.