Ana Raquel e Paulo

Ana Raquel e Paulo

Ana Raquel foi uma das concorrentes mais polémicas da segunda edição de Casados À Primeira Vista e, em conversa com Júlia Pinheiro, tentou explicar o que a levou a ter uma postura tão rígida durante a sua participação no programa. “Entrei em pânico, porque antes de chegarmos ali passamos por variadíssimas fases, entrevistas e somos ‘obrigadas’ a falar naquilo que realmente nos interessa, no perfil de um homem que achamos adequado. E temos de ser o mais sinceras possível (…) para tentar um match que se enquadre, tendo em conta os nossos critérios e os critérios do próprio homem”, começou por dizer a professora que se casou com Paulo, que, decididamente, não correspondeu às suas expectativas.

“Foi traumatizante. Traumatizou-me porque eu acreditei que chegava lá e, quando olhasse para a pessoa, ia ver alguém com características que me fossem cativar para eu deixar o meu filho aquele tempo todo em Aveiro e seguir uma vida a dois. E cheguei lá e não era… Apesar do Paulo ser um doce de pessoa – e eu sou amiga dele, adoro o Paulo e não tem nada a ver propriamente com ele – mas era ele que me acompanhava e eu descarregava nele sem querer”, reconheceu.

Ana Raquel com Paulo e a irmã, Inês

Ana Raquel com Paulo e a irmã, Inês

Reprodução Instagram, DR

Mas, afinal, o que tem um homem de ter para conquistar Ana Raquel? “Tem de me surpreender, apesar de eu não gostar muito de surpresas. Tem de ser uma pessoa que goste de algumas coisas que eu gosto, de crianças, animais, praia, adoro apanhar sol, para podermos fazer coisas em conjunto. Tem de ser uma pessoa sensível, meiga, que não me faça as vontades todas, porque se faz ‘aborrece’. Eu gosto de desafios, de luta, não gosto que seja tudo dado de mão beijada”, explicou a Júlia Pinheiro.

E porque é que Paulo não podia ser essa pessoa? Para Ana Raquel é simples: “Começou a correr mal o vi de costas (…) Sempre olhei para ele como uma figura paternal, um padrinho ou um pai”. A diferença de idades entre ambos – dez anos – foi, aliás, sempre muito referida pela participante ao longo da experiência. “Não soube lidar com a situação porque nunca tive um relacionamento com uma pessoa mais velha”, assumiu, acrescentando que teve medo que o fator idade pudesse deixar o filho, que gosta de aventura e atividades radicais, “desiludido”.

Pedro Pé-Curto e Liliana Oliveira

Pedro Pé-Curto e Liliana Oliveira

Instagram

Depois de tudo o que foi escrito depois da sua participação e da alegada “química” que houve com Pedro Pé-Curto, o concorrente do Seixal que se casou com Liliana Oliveira, Ana Raquel quis esclarecer. “Não houve química nenhuma. Simplesmente achei, depois de o conhecer, que se ele me tivesse aparecido no altar eu teria tido uma reação diferente (…) À primeira vista tinha funcionado de uma forma diferente. Era uma pessoa da minha idade, era professor e eu também sou professora, gosta de sardinha com broa e eu também, tinha alguns pormenores que não tem nada a ver que se encaixavam. Adorava praia, crianças e animais… Mas não houve clique nenhum com o Pedro. Tinha características que me deixariam entusiasmada, mas era só à primeira vista, porque depois não resultaria… porque é o marido da Liliana e não tem nada a ver”, garantiu.

Para concluir, Ana Raquel revelou que o seu coração continua livre, mas que não deixou de acreditar no amor e que, com esta experiência, aprendeu a “ter a mente mais aberta” e ser “mais tolerante”.

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