1 / 9

Rui Valido

2 / 9

Rui Valido

3 / 9

Rui Valido

4 / 9

Rui Valido

5 / 9

Rui Valido

6 / 9

Rui Valido

7 / 9

Rui Valido

8 / 9

Rui Valido

9 / 9

Rui Valido

Ainda muito fragilizada pela morte do seu filho mais velho, o músico Baltazar Durval Gallego, aos 32 anos, vítima de cancro, a atriz Custódia Gallego aceitou o convite de Cristina Ferreira para estar na estreia do seu programa.

>> Filho de Custódia Gallego morre aos 32 anos

A cara da SIC reconheceu que ainda está a tentar ultrapassar este obstáculo que a vida lhe colocou na frente e que é como se estivesse a reaprender a viver porque a partir daquele dia “começou uma nova vida”. “A minha dificuldade em respirar todos os dias depois dele ter desaparecido nem é propriamente pela dor da minha perda, mas pela raiva dele não poder viver mais tempo, porque ele gostava de viver. Ele era um ser humano positivo e com muita coisa por fazer. Isso é que me dói mais, mais do que perda”, confessou.

>> Cristina Ferreira tem novo visual

Quando questionada por Cristina Ferreira sobre o efeito que o tempo tem numa situação destas, Custódia Gallego afirmou: “O tempo vai amenizando as coisas, mas não gosto da palavra cura. Todos os dias é mais um dia sem ele, é pior. Todos os dias tenho mais razões para ter saudade. E finalmente sei o que é saudade. Eu sempre gozei um bocadinho com aquelas coisas do fado, da tristeza e da saudade (…) Agora sei o que é saudade. Passas a saber o que te faz falta e que gostavas de ter e não vais ter…”.

>> Cristina Ferreira recorda momento doloroso: “Eu não lhes abri a porta, eles arrombaram-ma”

Numa situação tão difícil, o trabalho acabou por ser um refúgio para a atriz que confessou não ter falado nisto antes por ter medo de desrespeitar a intimidade de todos os que lhe são próximos e também estão a passar pelo mesmo processo. Ainda assim, sente que, como figura pública, tinha um pouco esse dever. “Eu sei que nos damos às pessoas e temos essa responsabilidade. Mostrar como consegui viver depois disto. Parece mesmo outra vida. (…) Mas há família para continuar a agarrar. Há um trabalho que é maravilhoso e que é a única coisa que me gratifica neste momento. Tudo o resto já não sei muito bem fazer, andar, respirar…”, explica, antes de agradecer a oportunidade de falar deste momento doloroso de forma simples e sem grandes invasões na sua privacidade.

VEJA O VÍDEO: