Raquel Strada

Raquel Strada

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Raquel Strada aceitou o desafio de participar no Jogo da Roleta, no programa Queridas Manhãs, da SIC e falou abertamente sobre os mais variados temas, desde o casamento à carreira, passando pela maternidade.

Ainda antes de começar o jogo das perguntas feitas por Cláudio Ramos e Ana Marques, a apresentadora de televisão e blogger contou alguns pormenores da sua luxuosa festa de aniversário. “O Quitó tinha-me dito em agosto que gostava de fazer uma festa para celebrar a vida por motivos vários relacionados com a nossa família”, começa por revelar Raquel, acrescentando que também foi “um bocadinho” a festa do marido, que faz anos a 20 de setembro.

Por ser romântico e também por saber que o filme Romeu & Julieta é um dos preferidos da blogger, escolheu esse tema para “celebrar o amor”. “Eu quando andava na escola era louca com aquilo, aquela ideia de viver um amor impossível”, recorda entre risos.

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Raquel Strada foi depois questionada sobre as mudanças que Joaquim Fernandes trouxe à sua vida e respondeu: “Quando conhecemos alguém de quem gostamos muito, essas pessoas normalmente mudam-nos para melhor e eu sinto que sou uma pessoa muito mais completa a todos os níveis, porque conheço uma pessoa que me respeita”.

Mas, afinal, como começou este amor? A apresentadora da SIC confessou que estava à procura de uma aventura de uma noite quando conheceu o marido. Trocaram mensagens, “mas não aconteceu nada”. “Eu bem queria, ele é que não quis”, revela, divertida, acrescentando que foi amor à primeira vista.

Empenhada em ver as coisas a acontecerem, Raquel não hesitou quando Joaquim a desafiou a viajar para Londres a propósito do seu aniversário: “Comprei um bilhete de avião e fui ter com ele”.

A forma como lida com a imagem também foi um dos temas abordados e Raquel Strada garante não ter qualquer tipo de problema ou complexo com as cirurgias estéticas. “Não fiz. Mas assim que fique caída, ponho tudo para cima (…) Só tenho é medo de ficar com a cara igual a toda a gente”, brinca.

Para o fim da conversa ficou o assunto que mais deu que falar: a maternidade. “Eu nunca quis ter filhos. Muitas vezes dizia que sim porque tinha vergonha daquilo que as pessoas iam pensar de mim e então nas entrevistas dizia que queria ter 2 ou 3 filhos. Quando comecei a dizer q não queria caíram-me em cima. Agora convivo bem com as minhas opções. No entanto, já vi muitas amigas a passarem por coisas muito diferentes, umas porque não podem ter, outras porque se arrependeram de não ter filhos e outras estão realmente muito contentes com a decisão que tomaram e eu cada vez mais me interrogo se é uma coisa que eu queira para a minha vida toda. Só por um motivo: acho que é muito bom dares amor e carinho a alguém e se tiveres essa oportunidade de educar uma criança e ajudá-la a crescer é uma coisa maravilhosa. E eu cada vez mais penso nisso. Mas tenho sempre algum receio de ser má mãe”, reconhece.

Perante a sua resposta um pouco indecisa, Cláudio Ramos quis saber o que escolheria, neste momento, carreira ou maternidade. E a resposta foi rápida: “A carreira. Mas eu tenho as prioridades muito bem definidas na minha vida. Sinto-me um privilegiada por ter conseguido um trabalho de que gosto e com o qual me identifico. Só que quanto mais eu vivo e vejo coisas a acontecerem, eu vejo o que é importante na vida: a família e a saúde”.

Para terminar, Raquel Strada assumiu que esta decisão de não querer filhos talvez esteja – ainda que inconscientemente – ligada ao facto de ter problemas de saúde que dificultariam uma gravidez: “Vou ser sincera. Eu mesmo que quisesse ter filhos não seria fácil para mim engravidar. Tenho endometriose e hipotiroidismo… Coisas com as quais lido bem porque sou uma pessoa descontraída. (…) Na realidade, acho que nunca quis ter filhos porque tenho medo que a minha positividade me faça querer coisas que o meu corpo não me pode proporcionar. Eu se calhar nunca quis ser mãe porque é uma coisa que eu não conseguiria facilmente”.

Veja o vídeo na íntegra: