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Anwar Hussein

A entrada do príncipe Harry de Inglaterra na vida de Meghan Markle fez com que esta se visse obrigada a alterar hábitos e rotinas, mas também a deixar para trás algumas convicções.

A mudança mais óbvia é certamente o facto de deixar a sua carreira de atriz – participou em vários filmes e séries televisivas, tendo tido mais destaque em Suits – para se dedicar a outros projetos. Na primeira entrevista que deu após o anúncio do noivado, Meghan tentou desvalorizar a questão e disse apenas que seria “um novo capítulo”.

A norte-americana, de 36 anos, teve também de trocar os Estados Unidos, onde cresceu, e o Canadá, onde gravava a referida série, por Londres, para viver com o noivo no Palácio de Kensington. “Ela planeia solicitar a nacionalidade britânica e pretende não saltar etapas deste processo que pode ser longo”, afirmou um representante da residência oficial de Harry ao jornal The Times. A publicação explica que uma vez casada com o neto de Isabel II, Meghan terá de esperar três anos até avançar com esse pedido e depois será submetida a um exame sobre a História e a cultura britânicas.

‘Abandonar’ um dos seus animais de estimação também entra nesta lista de sacrifícios. De facto, um dos seus cães, Guy, viajou para Inglaterra, mas o outro, um labrador que devido à sua idade e problemas de saúde está impedido de viajar, terá de permanecer no continente americano aos cuidados de uns amigos da ex-atriz.

As convicções religiosas da noiva do ano também estiveram no centro das atenções e, apesar de ter sido criada como protestante, decidiu juntar-se à lgreja de Inglaterra. Embora este não fosse um passo obrigatório, Meghan Markle terá querido honrar e mostrar o respeito que tem pelo papel da rainha Isabel II no seio da Igreja Anglicana.

A futura duquesa de Sussex – é este o título que receberá no dia do casamento, de acordo com a imprensa britânica - terá a sua vida analisada ao pormenor e já não poderá participar nas missões solidárias que bem entender, incluindo em sítios considerados perigosos, como fez até então. Enquanto membro da família real britânica continuará a participar em ações humanitárias, mas sujeitas a aprovação do Palácio de Kensington, sendo expectável que o seu trabalho se centre essencialmente na Fundação dos Duques de Cambridge – da qual são patronos William, Kate e Harry – que atua em áreas como a saúde mental, a educação e a luta contra a sida.

Por fim, dificilmente voltaremos a vê-la contestar e comentar decisões políticas, como já aconteceu anteriormente, sobretudo quando estão em causa dos direitos das mulheres e das crianças e questões ambientais.