Miguel Cristovinho

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Recentemente, foram divulgadas imagens de um segurança a agredir, com extrema violência, um jovem numa discoteca na Rua da Oura, em Albufeira. O episódio aconteceu na madrugada do passado dia 3 de Outubro e está a deixar os portugueses completamente chocados. Quem também ficou indignado com a situação foi Miguel Cristovinho, que fez questão de abordar o assunto nas redes sociais.

"Podia ter sido eu ali, podia ser o meu filho daqui a uns anos... Foi o filho de alguém. Como é que isto ainda não é mais do que óbvio na cabeça das pessoas responsáveis?", começou por escrever na legenda do vídeo das agressões.

"Seja na segurança pública ou na privada, têm de ser contratadas pessoas que sim, numa situação extrema, tenham capacidade de se defender ou imobilizar alguém que esteja violento num espaço público até chegarem as autoridades, mas principalmente têm de ser contratadas pessoas calmas e com preparação mental para lidar com a realidade! Não gente transtornada que necessita de exibir força despropositada, nem gente que precise de humilhar clientes para obter um falso sentido de respeito", acrescentou.

"Ninguém te respeita por espancares um miúdo indefeso, és só um atrasado mental, frustrado por provavelmente não conseguires manter uma erecção, já que nem para mandares esteróides de forma minimamente decente deves ter neurónios suficientes. Esta palhaçada tem de acabar. Ainda bem que este vídeo viu a luz do dia, foi o clássico “ele simplesmente começou-me a bater” que depois quase ninguém acredita. Desculpem o grafismo deste conteúdo mas fez-me mesmo muita confusão, este gajo não só tem de ser julgado como nunca mais na vida poder vestir uma farda de segurança", continuou.

O artista ainda criticou as pessoas que estava presentes na altura das agressões: "Viu isto a acontecer e nada fez para impedir ou auxiliar… Espero que a vergonha que sintam neste momento vos faça reagir de forma diferente numa próxima", rematou.

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