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Esta terça-feira, dia 16 de fevereiro, Ashley Judd escreveu um testemunho impressionante e publicou uma série de fotografias do seu resgate na República Democrática do Congo. A atriz de 52 anos partiu a perna, um acidente que podia ter acabado por tirar o seu membro inferior ou até mesmo a sua vida.

A estrela de 'Hollywood' começa demonstrar a sua gratidão aos nativos do país africano que a resgataram de um local de difícil acesso. "Amigos. Sem os meus irmãos e irmãs congoleses, provavelmente teria morrido devido à minha hemorragia interna ou perdido a minha perna. Eu acordo a chorar de gratidão, profundamente comovida por cada pessoa que contribuiu durante a minha exaustiva odisseia de 55 horas", começou por dizer.

Ao tropeçar num tronco, Ashley fraturou o membro inferior em quatro partes e ainda sofreu uma lesão no nervo quando estava a acompanhar investigadores que procuravam espécies em vias de extinção.

Dieumerci permaneceu sentado, sem ficar inquieto ou hesitante, durante cinco horas no chão da floresta. Ele estava comigo na dor mais aguda. Ele foi a minha testemunha”, recordou a atriz sobre um dos homens, que usou a sua própria perna como talo para proteger o membro ferido de Judd.

A atriz também falou de um homem chamado Papa Jean. "Demorou cinco horas, mas eventualmente ele encontrou-me, miserável e selvagem no chão, e avaliou com calma a minha perna partida. Ele disse-me o que tinha que fazer. Eu mordi um pedaço de pau. Eu segurei Maud. E Papa Jean começou a manipular e ajustar os meus ossos partidos de volta para algo como uma posição em que eu pudesse ser transportada, enquanto gritava e me contorcia. Como ele fez isso tão metodicamente enquanto eu era como um animal está além de mim. Ele salvou-me e ele teve que fazer isso duas vezes!", contou.

De seguida, Judd explica que foi transportada numa maca improvisada e carregada numa mota, durante três horas, por dois homens identificados com Didier e Maradona. "Quando eu começava a desmaiar, a desmaiar, ele chamava-me para que eu me reposicionasse e me apoiasse nele [Didier]. Maradona estava na parte de trás da mota. Juntos, fizemos isso durante 6 horas uma estrada de terra irregular e esburacada que tem ravinas. Maradona foi a única pessoa a apresentar-se como voluntário para essa tarefa. Temos uma boa amizade, discutindo os prós e os contras da poligamia e monogamia. Mostro duas fotografias, uma com o chapéu dele e outra com o meu, que ele tanto cobiça!", relembrou.


"As mulheres! As minhas irmãs que me seguraram. Eles abençoaram-me", rematou.