Fátima Lopes

Fátima Lopes

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Pelo que se percebe nas redes sociais, Fátima Lopes decidiu passar o fim de semana com os filhos fora de Lisboa e, no regresso, fez uma visita aos pais respeitando todas as recomendações das autoridades por causa do surto de Covid-19 que está a deixar o país em estado de alerta.

“No Alentejo sinto-me tranquila e segura. As regras da DGS foram e voltaram comigo e com os meus filhos. Ao chegar a Lisboa preparei um saco com vários livros e filmes para levar aos meus pais e ainda uma carta do Filjpe em nome dos três. Fui até casa dos meus pais e pela primeira vez, não subi. Coloquei o saco no elevador e carreguei no botão. Que estranho... Já na rua, cumprimentei-os pela janela. Ambos sorriam, mas para mim foi doloroso. Não os abracei nem beijei, como de costume. Fui-me afastando no carro e eles ali ficaram a acenar, por trás da janela, até eu desaparecer no horizonte. Passado um pedaço, já em casa, recebo uma chamada da minha mãe. Estavam os 2 muito emocionados com a carta de amor e de preocupação, do meu filho. Aquela carta tinha-lhes renovado a esperança e a resistência a este isolamento. Até porque o Filipe escreveu uma nota pedindo que lhe respondessem também numa carta. E parece que aconteceu magia. As magníficas cartas, entretanto esquecidas, voltaram. Na verdade, o que os meus pais receberam foi um saco cheio de amor, afecto, cuidado e mimos. Mesmo sem nos tocarmos. O Coronavírus tem muitas coisas más, mas tem a virtude de nos obrigar a reinventar formas de continuar a dizer ‘eu amo-te’”, escreveu Fátima Lopes no Instagram.

E se esta partilhou mereceu muitos elogios e sobretudo muitas reflexões acerca dos novos tempos que estamos a viver, houve também espaço para críticas. “Estes tempos não são férias. Não devia ter saída de Lisboa e correr o risco de contagiar pessoas numa região onde ainda não há registos”, considerou uma seguidora da apresentadora. “Não é momento para se ir refugiar no Alentejo. Para quem vive em Lisboa, fique em Lisboa. O Alentejo ainda não tem casos, mas é um ato de egoísmo. Para nos sentirmos protegidos, estamos a por em causa uma zona com a maior taxa de idosos”, lembrou outra.