Jorge Kapinnha foi alvo de um episódio de “violência gratuita” esta segunda-feira, 4 de outubro, na zona do Lumiar, em Lisboa. O artista foi alvejado com duas balas de paintball, quando se encontrava a fazer exercício físico na companhia de um amigo, tendo ficado ferido nas costas, ainda que sem gravidade.

Além da Kapinha, a comunicação social dá conta de mais quatro vítimas de disparos que partem de carros em andamento na região de Lisboa.

Em declarações ao programa Casa Feliz, da SIC, o ator relatou o que aconteceu.

“É uma coisa parva, uma patetice, mas que pode ser muito grave para a integridade física das pessoas. Na realidade, eu estava a fazer o jogging diário com um amigo meu na rua, passa um carro e, obviamente sem qualquer razão aparente, a pessoa que estava ao lado do condutor retira a arma da janela e dispara dois tiros contra nós. Nem sequer teve tempo de fazer pontaria. Felizmente, por um lado, acertou-me nas costas. Na altura, senti o impacto e a dor, começou por contar.

“Não conseguimos ver a matrícula, o carro depois seguiu com alguma velocidade. Vi a cor, nada mais. Logo a seguir quando vi que tinha a t-shirt manchada, o corpo ferido e com um hematoma”, acrescentou, revelando tratar-se de um automóvel cinzento.

“Numa situação destas se, por acaso, acertassem nos olhos ou até num ouvido, a pessoa podia cegar ou até ficar surda [...] O mais revoltante acima de tudo é que é uma brincadeira parva, pode ter consequências muito graves, é maldade gratuita”, rematou.