Axelle/Bauer-Griffin

A polémica festa de aniversário de Rita Ora que foi interrompida pela polícia por quebrar as regras de quarentena continua a dar que falar meses depois de ter acontecido. É que as autoridades descobriram agora outros pormenores suspeitos que podem provar que não foi um "lapso" de comportamento.

De acordo com o The Sun, o restaurante no qual foi realizada a festa desligou as câmeras de vigilância quando os convidados, amigos e familiares, chegaram no dia 28 de novembro para festejar os 30 anos da cantora. As autoridades disseram que os discos rígidos do sistema de segurança foram formatos dois dias depois da festa e nenhuma filmagem do mês anterior estava disponível.

Estas descobertas surgiram durante uma revisão de licença para a Casa Cruz, em Notting Hill, Londres. No dia 1 de dezembro, em declaração à polícia, o dono do restaurante, Scottie Bhattarai, explicou que foi contatado por um representante de Rita por volta das 17h30 que lhe pediu um local para "bebidas e petiscos" e ofereceu-lhe mais de 5 mil euros.

Com a maioria dos funcionários de licença sem vencimento, Scottie foi até ao restaurante para "facilitar", admitindo que foi “ganancioso” da sua parte. No entanto, o plano não aconteceu como previa. Dos setes convidados combinados, por volta das 21h já tinham chegado 20, incluindo Cara Delevingne.

"A equipa da cantora não queria que gravações dos participantes fossem feitas, portanto (Bhattarai) decidiu desligar a câmera de vigilância entre 18h00 e 18h30", lê-se no relatório, citado pelo jornal britânico. Scottie recusou-se a dar informações sobre quem organizou a festa.