Júlio Isidro

Júlio Isidro

Reprodução Instagram, DR

Esta quarta-feira, 12 de janeiro, Júlio Isidro escolheu a suas redes sociais para partilhar um longo texto que reflete aquilo que tem sentido nos últimos tempos.

Ao longo de vários parágrafos o apresentador aproveitou para homenagear todos os que se encontram 'na linha da frente' nesta luta diária contra o Covid há quase um ano.

"Nestes dias negros, constato, que médicos, enfermeiros, assistentes operacionais, técnicos de saúde cumprem e se excedem na missão que os clínicos juraram, numa assumpção colectiva. A este exército do fazer bem, não esqueço os bombeiros, e forças de segurança, também envolvidos no campo de batalha", começou por adiantar.

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"Perante Hipócrates e a sua "constituição" descubro os Hipócritas que muitas vezes de voz mansa, criticam para destruir, opinam para confundir, e intervêm para paralisar e espalhar o pânico. Por esses e por sua causa, sinto por vezes o vómito da indignação", continuou.

"O tempo que o mundo levou a perceber a ameaça global que já cá estava, quando ainda não se sabia. O quase KO em que deixou os cidadãos. A reacção da ciência quase no escuro a experimentar soluções. (...) E de novo a insídia e a conspiração para fazer sair as serpentes dos ovos. Tudo tão fácil para quem só tem que bolsar", acrescentou ainda.

"Da felicidade ao sofrimento foi um passo, mas agora do sofrimento à felicidade, espera-nos uma pequena eternidade. Temos que os merecer, pela nossa conduta. Temos que olhar para os seus corpos e espíritos cansados e sermos gratos por estas vidas ao serviço da humanidade. Só escrevo o que sinto, e com palavras simples porque não sei fazer literatura, mas aqui está o meu apelo para que todos contribuamos, direi que com alguns sacrifícios, para que o exército que nos quer salvar, tenha condições de o fazer. Porque temos que os merecer. O resto...são mesas redondas", rematou.