MICHAEL BUHOLZER

Praticamente um mês depois da morte de Diego Maradona, a 25 de novembro, foram tornadas públicas as conclusões da autópsia. Os resultados comprovam a ausência de drogas ilegais ou álcool no organismo da antiga estrela do futebol argentino. Foram, contudo, identificadas substâncias como “venlafaxina, quetiapina, levetiracetam e naltrexona” que, de acordo com os especialistas, são arritmogénicos, ou sejam influenciam o funcionamento do coração.

O relatório explica que a causa da morte foi “um edema agudo do pulmão que se seguiu a uma insuficiência cardíaca crónica agudizada”. Foi ainda detetada uma miocardiopatia ao antigo jogador de futebol, um “quadro cirrótico provável”, uma “rotura de septos alveolares” nos pulmões e uma “necrose tubular aguda” nos rins.

Recorde-se que Diego Maradona, de 60 anos, sofreu um ataque cardíaco em casa. Cerca de um mês antes tinha sido operado ao cérebro para remover um coágulo.