Rita Ferro Rodrigues partilhou um texto emocionante esta sexta-feira, 18 de dezembro. A jornalista começou por explicar que esteve presente "numa missa pela alma do irmão de uma amiga" e que ficou comovida com o que viu.

"Comovi-me muito, pelo amor que ali estava e pela fé que eu não tenho mas que aquela pessoa linda e inteira tinha - e ali estava uma igreja cheia de pessoas a ensopar as máscaras de lágrimas de amor , saudade e esperança num reencontro, um dia", começou por escrever.

"Abracei a minha amiga e com ela toda a ternura, história e certeza de que, aquilo que somos e podemos ser, fica registado no amor dos outros, tão eternamente, até que esses outros que amamos e nos amam, durem. É uns nos outros que perduramos. Também conversei longamente com amigos, um deles na fotografia, sobre a saudade de estar e abraçar sem medo, mas sobretudo, sobre o privilégio de amar e sentir saudade, na mesma proporção", continuou.

»RITA FERRO RODRIGUES PARTILHA FRASE ENIGMÁTICA E AFIRMA: "NÃO É UMA MUITO NATALÍCIA MAS É O QUE HÁ"«

Por fim confessou: "Sentir uma dor terrível de saudade quando NOS morrem. Sentir em vida saudades do abraço dos que NOS estão. Tudo privilégios de quem vive, ama e é amado. E não há nada mais importante, isto é a vida. Mesmo quando dói - sobretudo quando dói - o sintoma é sempre o mesmo: amor".

Quem não resistiu e fez questão de comentar esta mensagem tão especial foi Anna Westerlund, viúva de Pedro Lima, que escreveu: "Morrer é só não ser visto ❤️❤️❤️".