Maria Botelho Moniz

Maria Botelho Moniz

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Maria Botelho Moniz recordou os anos difíceis em que foi alvo de perseguição através das redes sociais. “Eu tive um processo no Ministério Público por causa de um ataque nas redes sociais. Eu era perseguida e não aconteceu nada. Não conseguiram chegar à pessoa”, começou por explicar a antiga apresentadora da SIC, antes de explicar que “o processo durou três ou quatro anos”, mas que “a justiça não conseguiu fazer nada e o caso foi arquivado”.

Isto remonta à altura que Maria Botelho Moniz apresentava o programa Curto Circuito, na SIC Radical, como a própria já tinha explicado em tempos em entrevista a Júlia Pinheiro. “Muitas vezes, falavam como se me estivessem a ver. Começava a receber mensagens nos perfis do programa a dizer que ‘estou no Parque de Holanda à tua espera’. Quantas vezes saí daqui acompanhada…”, lembrou na altura. “Acusou a minha mãe. Disse-me ‘vi a tua mãe não sei onde. Faço isto, aquilo e o outro à tua mãe, à tua sobrinha'. Uma vez, publiquei uma fotografia com a minha sobrinha e ele comentou a dizer que esta era a prova da pedofilia que eu praticava, aliado ao facto de apresentar um programa para público juvenil”, acrescentou ainda.

O processo deu entrada no Ministério Público no final de 2012, mas não houve qualquer conclusão. “Foi durante muito tempo, depois era mais esporádico, até que a certa altura estava a falar disto com a Júlia [Pinheiro] e ela disse: ‘isso é um ótimo tema para o nosso programa vais lá contar essa história’. Fui contar a história ao programa da Júlia e nunca mais [aconteceu], recordou esta quinta-feira, 27 de novembro.