Alexei Druzhinin

Já há muitos anos que se especula que Vladimir Putin sofre da doença de Parkinson, uma condição degenerativa que afeta o sistema nervoso central, mas agora existem rumores de que essa será a razão pela qual irá deixar a presidência.

Quem o diz é Valery Solovei, um especialista em política de Moscovo, ao The Sun, afirmando que o presidente da Rússia deixará o poder do país, onde está desde a renúncia de Boris Ieltsin em 1999, devido à doença.

O ex-agente da KGB [antiga organização de serviços secretos da União Soviética], de 68 anos, em sido incentivado a reformar-se. Por quem? Pela ex-ginasta, Alina Kabaeva, apontada como sua companheira e mãe dos filhos gémeos, que terão nascido em abril de 2019.

Além da suposta namorada "secreta", as duas filhas, Ekaterina Putina e Maria Putin, também estão a tentar convencer o chefe de estado a renunciar. "A família tem uma grande influência nele. Ele pretende tornar pública a sua decisão em janeiro", revelou Valery.

Recorde-se que os rumores da doença começaram quando imagens de Putin a agarrar-se ao braço de uma cadeira enquanto treme as pernas começaram a circular nas redes sociais. No entanto, não houve confirmação oficial de que o presidente russo é doente de Parkinson.

Os legisladores russos estão a ponderar um projeto de lei proposto pelo presidente que concederia aos ex-presidentes imunidade vitalícia contra processos criminais. Ou seja, se esta legislação for aprovada, Putin não pode ser acusado mesmo quando abandonar o cargo.

No entanto, de acordo com o The Daily Mail, o Kremlin nega que Vladimir Putin esteja a planear desistir da presidência devido a problemas de saúde.