Letizia, Felipe VI, Juan Carlos e Sofía de Espanha (atrás), e a infanta Sofía e a princesa Leonor (à frente)

Letizia, Felipe VI, Juan Carlos e Sofía de Espanha (atrás), e a infanta Sofía e a princesa Leonor (à frente)

Getty Images

Passaram seis anos desde o dia que o rei Juan Carlos de Espanha passou o testemunho ao seu filho, Felipe VI, depois de quatro décadas no trono. Desde então, poucas foram as vezes que o vimos em público, mas, aos 82 anos, o rei emérito continua a estar no centro da polémica: todos os dias invadem a imprensa do país vizinho a relação cada vez mais distante com a mulher, Sofía, as amantes, as viagens com amigos e as acusações de corrupção e fraude fiscal.

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E é precisamente este último tema que poderá levá-lo a tomar a decisão de se exilar no estrangeiro, como tem sido amplamente noticiado. São vários os meios de comunicação espanhóis que apontam Portugal e, mais especificamente, Cascais, onde já viveu quando era jovem, como possível destino escolhido pelo rei emérito para uma nova fase da sua vida.

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Contudo, especialistas em realeza garantem que Sofía de Espanha não seguirá o marido e que, apesar de terem passado o período de quarentena juntos, no Palácio da Zarzuela, em Madrid, estão mais afastados do que nunca e já nem se sequer conseguem manter um diálogo. Como tal, a antiga monarca, que nunca se pronunciou publicamente sobre os ‘deslizes’ do marido e os escândalos em que se viu envolvido em quase 60 anos de casamento, deverá permanecer em Madrid, junto do filho, da nora, Letizia, e das netas, a princesa Leonor e a infanta Sofía.