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Depois de Gordon Ramsay ter encerrado os seus 12 restaurantes em Londres, devido ao surto do novo coronavírus, sabe-se agora que o famoso chef despediu mais de 500 trabalhadores.

A informação é avançada pela versão inglesa do jornal Metro. Segundo a publicação, Ramsay terá convocado os empregados para uma reunião no restaurante da Heddon Street onde deu conta da rescisão dos contratos. Dias depois, os trabalhadores terão sido novamente contactados, desta vez por email, onde lhes foi dito que o salário de março iria ser pago até 17 abril.

Tal decisão gerou uma onda de revolta ente os trabalhadores, que asseguram não ter existido qualquer aviso prévio sobre a rescisão dos contratos.

“Todos nós trabalhámos tanto para o Gordon Ramsay e ele livrou-se de nós quando mais precisávamos de apoio, explicou Anca Toropu, uma das chefs dispensadas, em declarações ao Daily Mail. “Muitos funcionários ficaram em lágrimas pela forma como foram tratados pelo chef, foi selvagem”, acrescentou.

Também nas redes sociais, Anca Toropu não poupou críticas ao chef britânico, não escondo a sua indignação.

"É uma vergonha ver que a empresa em que trabalhaste e pela qual deste tudo o que tinhas durante 2 anos manda-te embora como se não fosses mais nada do que um monte de m****, especialmente em tempos tão difíceis como estes, mesmo sabendo que não têm nada a perder em manterem-te. E não estou a falar de um pessoa, mais de 500 perderam os seus empregos ontem. Tudo o que posso dizer é obrigada Gordon Ramsay, espero que durmas bem à noite ao saberes que tantas pessoas ficaram desempregadas por tua causa" , escreveu na sua página de Instagram.