Foi ao The Telegraph que Keira Knightley falou sobre um período duro da sua vida, na altura em que tinha os maiores sucessos da sua carreira. Para reverter a situação, a atriz britânica teve que tomar decisões que muitas figuras de Hollywood não considerariam: afastar-se das luzes da ribalta.

Aos 22 anos, a carreira de Keira Knightley explodiu. A atriz colecionava filmes como Orgulho e Preconceito, uma nomeação aos Óscares, e o primeiro filme da saga Piratas das Caraíbas. Na altura, com uma imprensa mais agressiva e tóxica, a atriz diz que sofreu um "colapso mental".

"O valor das fotografias de qualquer jovem famosa da época aumentou se elas fossem de natureza muito negativa ”, recordando os casos, que surgiram mais tarde, de Britney Spears e Amy Winehouse. "Então, se não estavas com um colapso mental, eles [paparazzi] tentavam forçá-lo para manter o valor das imagens das que pessoas já viviam nessa situação", garante.

"Forçaram a Scarlett Johansson"

Knightley recorda que os paparazzi forçaram e assediavam Scarlett Johansson na estrada, em Los Angeles, e que fizeram o mesmo consigo em Inglaterra. "Eu disse-lhes que ia matar alguém; eles disseram que ganhariam mais dinheiro se eu o fizesse... Não sei como estão as coisas agora, mas foi um momento a que quis fugir. Senti que não ia acabar muito bem", admitiu.

Keira Knightley parou de trabalhar durante dois anos e, no seu regresso, escolheu não fazer mais blockbusters (filmes mais populares e com orçamento maior), já que não conseguia lidar com a fama que esses projetos traziam.

Keira Knightley

Keira Knightley

Stefanie Keenan