Cristiano com a avó paterna, Dolores Aveiro

Cristiano com a avó paterna, Dolores Aveiro

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Quando Cristiano Ronaldo trocou o Real Madrid, em Espanha, pela Juventus, em Itália, Dolores Aveiro decidiu regressar à sua terra natal, a Madeira, onde não morava a tempo inteiro desde que o filho se mudou para Manchester, Inglaterra, em 2003.

A matriarca do clã Aveiro justificou esta decisão com o facto do craque agora ter uma companheira, Georgina Rodríguez, que o ajuda a tomar conta da filha que têm em comum, Alana Martina, de 17 meses, e dos seus outros filhos: Cristiano, de oito anos, e os gémeos, Eva e Mateo, que completam dois anos em junho.

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Mas a verdade é que esta separação não foi fácil, sobretudo porque Dolores criou Cristianinho desde o dia em que este chegou a casa de Ronaldo, em Madrid. A madeirense chegou mesmo a dizer em várias entrevistas que o filho lhe pediu “para dar ao filho a mesma educação que recebeu”. Durante muito tempo, na capital espanhola, o menino viveu só com o pai e a avó, que, de forma natural, desempenhou o papel de mãe. Como tal, é normal que lhe tenha sido difícil aceitar, em setembro último, que passariam a viver em países diferentes.

Ainda assim, Dolores Aveiro visita CR7 e a sua família com alguma regularidade e, tal como acontece com muitos avós e netos, aproveita as férias escolares para matar saudades. Esta semana, por exemplo, o pequeno Cristiano está de regresso a casa da avó, uma vez que se encontra na Madeira a participar num torneio de futebol e já dá nas vistas pelo seu talento.

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