Reprodução Instagram, DR

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Passaram-se quatro anos desde que um homem do Seixal começou, alegadamente, a perseguir Joana Cruz. Segundo informa a revista FLASH!, até ao momento a radialista e o namorado - o cantor Alberto Índio - terão sido importunados com centenas de telefonemas, mensagens, fotografias obscenas e insultos.

A mesma publicação avança que o técnico comercial de 42 anos, residente em Cruz de Pau - Amora, está a ser julgado em tribunal desde o dia 5 de abril num processo que figura perseguição com recurso a obscenidades dirigido não só ao casal como a outras mediáticas do mundo da televisão, da rádio e artistas ligados à moda e à música.

A mesma revista cita informação a que a TV Guia terá tido acesso exclusivo no Campus da Justiça em Lisboa, para explicar que tanto Joana como Alberto consideram que este homem "agiu voluntariamente, sabendo que a sua conduta é proibida e punida por lei".

Na barra do tribunal, o alegado perseguidor é acusado de crimes como injúria e difamação, ameaça e ameaça agravada e, ainda, perturbação da vida privada, uma vez que a radialista assume que as mensagens "perturbaram o seu dia-a-dia, causando-lhes medo e inquietação constantes".

O arguido terá assumido ter sofrido uma psicose em 1996 e, ao que informa a FLASH!, foi a notícia de início de namoro de Joana Cruz e de Alberto Índio que despoletou o ódio do indivíduo, tendo causado - nos queixosos - perturbação na "família, amigos e fãs, seguidores nas redes sociais e várias pessoas ligadas à imprensa".