Chris Jackson

A polémica não é nova, mas com a chegada de Meghan Markle à família real ganhou novos contornos. Em causa está o caso das fotografias de paparazzi de Kate Middleton em topless durante umas férias no sul de França, que foram publicadas em setembro de 2012 pela revista Closer. A Casa Real avançou com um processo em tribunal contra a publicação, alegando que aquele era um momento da vida privada da duquesa de Cambridge e a revista foi condenada a pagar uma indemnização no valor de 105 mil euros, por invasão de privacidade. Contudo, o caso não ficou por aí, uma vez que a Closer decidiu recorrer e está agora a usar como trunfo Meghan Markle e as fotografias ousadas que tirou na sua ‘vida anterior’ de atriz.

O departamento judicial da publicação francesa defende que o estilo de vida levado pela nova geração da família real, convida a que sejam alvo do mesmo escrutínio dos media que as celebridades de Hollywood, os craques de futebol ou as estrelas da música. “Eles ficam muito contentes com fotos mais sexys quando são eles a controlar o que é ou não publicado, mas depois pedem somas exorbitantes quando as mesmas não são autorizadas. Há uma hipocrisia ridícula e a quantia exagerada pedida reflete isso mesmo”, diz fonte próxima do processo citada pelo Daily Mail.

Algumas das imagens de Meghan Markle usadas em tribunal remontam a 2013, quando a atriz posou para a Men’s Health. A Casa Real britânica ainda não se pronunciou sobre estes novos elementos do processo, mas a verdade é que a agora duquesa de Sussex nem conhecia o príncipe Harry nessa altura. Os dois só começaram a namorar cerca de três anos depois.