Avicii

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Passaram sete semanas desde que o mundo da música ficou em choque com a notícia da morte de Avicii. O DJ e produtor sueco foi encontrado morto a 20 de abril, no quarto de hotel onde se encontrava hospedado, em Mascate, Omã. A sua família e os amigos mais próximos puderam prestar-lhe uma derradeira homenagem no último domingo, dia 10, numa cerimónia privada em Estocolmo, num cemitério declarado Património da Humanidade pela UNESCO, onde foram depositados os seus restos mortais.

Entre os presentes estava Jesse Waits, empresário e amigo de Tim Bergling, nome verdadeiro de Avicii, que partilhou uma fotografia no Instagram.

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Refira-se que a família do artista se confessou “devastada” com a notícia da sua morte e pediu que a sua privacidade fosse respeitada. Entretanto, e perante toda a especulação na imprensa internacional, acabou por confirmar em comunicado que Avicii se tinha suicidado. “Lutou muito com pensamentos sobre o sentido das coisas, da vida e da felicidade. Agora não tinha forças, queria encontrar a paz. O nosso querido Tim era um curioso, uma alma artística frágil que procurava respostas para perguntas existenciais. Um perfeccionista que viajava e trabalhava muito, a um ritmo que o levava a um stress extremo. Quando deixou de fazer digressões, queria encontrar um equilíbrio na vida para ser feliz e poder fazer o que mais gostava: música”, lia-se no documento.

Avicii sofria de graves problemas de saúde, em parte causados pelo consumo excessivo de álcool. Foram precisamente estas fragilidades que o levaram a querer afastar-se da ribalta há dois anos. Algo que acabou por não conseguir devido à pressão dos seus empresários. Saiba mais sobre esse assunto aqui.