Tiago Caramujo

Liliana Campos e Cláudio Ramos são duas figuras incontornáveis do programa Passadeira Vermelha. Ela é apresentadora do talk-show desde que este estreou, a 6 de dezembro de 2013, e ele é um dos comentadores mais carismáticos do programa da SIC Caras.

Esta quinta-feira, 1 de fevereiro, o Passadeira Vermelha celebrou 1000 emissões e tanto Liliana Campos como Cláudio Ramos fazem um balanço positivo do programa de maior sucesso da SIC Caras. Há pouco mais de quatro anos, quando começámos o ‘Passadeira’, um projeto que eu acompanhei desde o minuto zero, a expectativa para a duração do programa era de um ano ou dois. Agora, ao fim de quatro anos, estamos a celebrar o programa 1000. Acho que qualquer programa gostaria de festejar este número…Hoje (1 de fevereiro) é um dia muito feliz e é um dia em que eu estou muito orgulhosa de tudo aquilo que tenho aprendido, que tenho vivido, que tenho partilhado neste estúdio e não só… É um dia para ficar na memória”, confidenciou a apresentadora.

Cláudio Ramos, por seu turno, acrescenta que é um enorme prazer fazer parte deste projeto, embora, por vezes, tenha de trabalhar a um ritmo alucinante. “Não vou dizer que não é cansativo, porque é, até porque eu trabalho muito. Mas é muito prazeroso, na maioria das vezes. Não vou dizer que não há um ou outro dia, um ou outro programa onde eu vou frustrado porque não correu como eu queria ou porque só estamos a fazer um alinhamento, ou coisa do género. Eu gosto de novidade constante e acho que nós temos conseguido isso na maioria das vezes…O saldo é muito positivo”, afirmou.

Ciente, que é um dos elementos mais queridos do programa, o comentador referiu ainda que se considera a figura do Passadeira Vermelha. “Eu tenho muitos bons momentos no programa porque eu estou convencidíssimo que na maior parte das noites eu faço o programa. Não porque sou melhor do que os outros mas porque sou eu. Tenho a perfeita noção disso…Tenho muitos bons momentos que agradam aos telespectadores, como os telefonemas, os exclusivos... Este programa dá-me uma coisa que os outros não me dão. Eu posso fazer o que me apetecer aqui. Não adianta nada darem-me um alinhamento e meterem-me um auricular porque eu faço o que me apetecer e se me disserem assim como hoje me disseram: 'Não te podes levantar', eu vou-me levantar várias vezes por programa porque é isso que o espectador quer. Desde que o realizador não fique chateado comigo, eu faço o que me apetecer”, contou.

Por fim, Liliana Campos revelou qual o momento que mais a marcou, enquanto apresentadora do programa, mostrando-se ao mesmo tempo orgulhosa por integrar a equipa do Passadeira Vermelha. Eu acho que há um momento meu que se tornou viral e que vai ficar para a história que foi quando dei um trambolhão, a tentar imitar o Cláudio. Caí estatelada…Mas há muitos momentos, há momentos emocionantes, momentos de muita tensão. Há momentos de muita gargalhada, de brincadeira, de dança, de cantoria, portanto há momentos muito marcantes. Como é um programa em direto e sem filtros, nós aqui fazemos aquilo que nos dá na cabeça. Umas vezes até passamos um bocadinho os limites, outras vezes é o ponto certo. É um programa que me tem deixado cheia de memórias e de coisas boas”, concluiu.

De recordar que o ‘Passadeira Vermelha’, exibido de segunda à quinta-feira na SIC Caras, ganhou um novo comentador, Nuno Azinheira, que se junta assim a Cláudio Ramos, Maria Botelho Moniz, Joana Latino, Luísa Castel-Branco e Ana Marques.